Equilíbrio desenvolve ciclone para secagem de DDG de milho no Mato Grosso

Equipamento retém o farelo de milho, rico em proteína, evitando o descarte no meio ambiente

Para atender a demanda de uma usina de etanol derivado do milho, localizada no Estado de Mato Grosso, a Equilíbrio desenvolveu um ciclone para atuar na separação de particulados dos gases provenientes do sistema de secagem do subproduto DDG (sigla em inglês que significa grãos secos por destilação). O equipamento atua na separação de resíduos com granulometria de 10 a 50 (µm) por meio de uma força centrífuga que age sobre as partículas carregadas pelo fluxo de gás, empurrando-as em direção às paredes, e retirando essas partículas do fluxo gasoso, obtendo assim, sucesso no processo.

De acordo com Alan Zanineli Amaral, um dos engenheiros responsáveis pelo projeto, no processo de fabricação do etanol de milho é gerada uma massa composta de milho e fermento rica em proteína. Deste composto proteico é extraída a levedura ou farelo do milho, alternativa economicamente viável para alimentação animal. A usina em questão necessitava secar essa massa úmida para obter o máximo de aproveitamento do farelo do grão, reduzindo perdas e sem poluir meio o ambiente. “Com a instalação do novo ciclone da Equilíbrio foi possível ampliar a produção de DDG de milho, reduzindo perdas e o descarte no meio ambiente”, explicou.

O equipamento tem aplicabilidade para usinas e plantas que tem exaustão e se torna atrativo pelo custo benefício e simplicidade da aplicação. De acordo com Amaral, o ciclone da Equilíbrio tem também entre suas vantagens a resistência à corrosão e a altas temperaturas (até 400°C), além de baixa perda de carga. “Outra questão importante é o custo e o baixo consumo de energia, sendo um produto muito mais econômico”, acrescentou.

O tempo médio para desenvolvimento e entrega do ciclone pela Equilíbrio varia de 45 a 90 dias, dependendo da complexidade da demanda e localidade do cliente. No entanto, o engenheiro garante que a manutenção deste equipamento é baixíssima e pode operar por um longo período. “Tudo vai depender do combustível ou do gás que está passando pelo equipamento e seu teor corrosivo e abrasivo”, concluiu. (Assessoria de imprensa)

Compartilhe:

senai cursos
Artigos Relacionados
flora

Energia solar cresce no Brasil e fortalece debate sobre sustentabilidade e economia consciente

A energia solar vem se consolidando como uma alternativa sustentável e econômica diante do aumento das tarifas de energia, reduzindo custos e a emissão de gases poluentes. Especialistas da New Focus Solar Energy destacam que a tecnologia contribui para descentralizar a geração elétrica e diminuir a dependência das hidrelétricas. Com maior acesso aos sistemas fotovoltaicos, a expectativa é de crescimento contínuo do setor e fortalecimento de uma matriz energética mais sustentável.