A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) divulgou a 11ª edição do Relatório de Infraestrutura de Transporte, com dados referentes a 2025. Elaborado pelo Conselho Temático de Infraestrutura (Coinfra), o documento reúne informações de entidades como Confederação Nacional do Transporte (CNT), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), analisando os modais rodoviário, ferroviário, hidroviário e aeroportuário no estado.
De acordo com o levantamento, houve avanço na qualidade das rodovias goianas. A extensão de trechos classificados como “ótimo” e “bom” passou de 2.140 km para 3.592 km, crescimento de 68%. Com isso, a participação dessas categorias no total da malha avaliada subiu de 28% para 46,8%. A sinalização também apresentou evolução, com aumento de 190% na quilometragem de vias consideradas adequadas, passando de 1.861 km para 5.405 km.
No modal ferroviário, a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) registrou retração de 3% nas movimentações em 2025, percentual inferior à queda de 21% observada no ano anterior. Já a Ferrovia Norte-Sul (FNS) apresentou crescimento de 20,4% no volume transportado. Em relação a 2021, primeiro ano de operação plena, o aumento acumulado é de 160%.
No transporte hidroviário, o Porto de São Simão movimentou 1,04 milhão de toneladas em 2025. O volume indica estabilidade nas operações, após oscilações registradas em anos anteriores, e permanece abaixo do pico histórico de 2,4 milhões de toneladas, alcançado em 2013.
No modal aéreo, o Aeroporto Santa Genoveva registrou 3,8 milhões de passageiros, alta de 11,4% em relação ao ano anterior. Por outro lado, a movimentação de cargas apresentou queda de 23% no período. O relatório aponta ainda que os dados refletem mudanças nos diferentes modais e consolida informações sobre a infraestrutura de transporte em Goiás ao longo de 2025.
Canal-Jornal da Bioenergia













