Produção de biodiesel registra estoque de 2.857 mil m³ até setembro

A produção de Biodiesel no mês de setembro atingiu 327 mil m³. No acumulado do ano, o estoque do combustível chegou atingiu 2.857 mil m³, registrando decréscimo de  apenas 3,1% em relação ao mesmo mês de 2015. Os dados constam na edição nº 104 do Boletim Mensal dos Biocombustíveis.  A publicação é elaborada pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

No mesmo período, a região Sul liderou a produção nacional de biodiesel, com participação de 40%, seguida pela região Centro-Oeste, com 39%. Já a região Sudeste foi responsável por 12% da produção brasileira, enquanto as regiões Nordeste e Norte representaram, respectivamente, 6% e 3% da soma.

Quanto às matérias primas utilizadas na produção de biodiesel, no acumulado até o mês de agosto, as três principais são soja (77%), gordura bovina (16,2) e algodão (0,8).

Em relação à produção mensal de etanol, a produção de etanol foi de 3,62 bilhões de litros, 1% menor que a do ano anterior. Em contrapartida a produção de anidro foi destaque pelos seus 1,5 bilhões de litros, 8,5% superior em relação à safra anterior.

Quanto à produção de hidratado foi de 2,1 bilhões de litros. No total, em 2016 já foram consumidos 19,7 bilhões de litros de etanol. Só no mês de setembro o consumo foi de 2,3 bilhões de litros, sendo 0,9 bilhão de litros de anidro e 1,4 bilhão de litros de hidratado. Em 2016, já foram consumidos 19,7 bilhões de litros de etanol.

Efeito Estufa

O setor de energia no Brasil, seguindo os compromissos assumidos na COP 21, tem avançado na redução da emissão de gases que provocam o efeito estufa. No mês de setembro, considerado apenas o segmento energético, o país registrou queda de 5,3% no lançamento de poluentes na comparação com 2015.

 

 

Ministério de Minas e Energia

Compartilhe:

Artigos Relacionados
flora

Energia solar cresce no Brasil e fortalece debate sobre sustentabilidade e economia consciente

A energia solar vem se consolidando como uma alternativa sustentável e econômica diante do aumento das tarifas de energia, reduzindo custos e a emissão de gases poluentes. Especialistas da New Focus Solar Energy destacam que a tecnologia contribui para descentralizar a geração elétrica e diminuir a dependência das hidrelétricas. Com maior acesso aos sistemas fotovoltaicos, a expectativa é de crescimento contínuo do setor e fortalecimento de uma matriz energética mais sustentável.