Produção nacional de biodiesel atinge 1,5 bilhão de litros no acumulado do ano de 2016

A produção brasileira de biodiesel atingiu 1.552 mil m³ (ou 1,55 bilhão de litros) no acumulado do ano de 2016 até o mês de maio, quando foram produzidos 309 mil m³ (309 milhões de litros). Os dados constam no Boletim Mensal de Combustíveis Renováveis, divulgado mensalmente pela Secretária de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis.

Em maio de 2016, a capacidade instalada autorizada a operar comercialmente ficou em 7.123 mil m³/ano (594 mil m³/mês). Dessa capacidade, 91% são referentes às empresas detentoras do Selo Combustível Social. Das 48 unidades aptas a operar comercialmente, do ponto de vista legal e regulatório, 37 detinham o Selo Combustível Social. A uma capacidade média instalada era de 148 mil m³/ano (412 m³/dia).

Com relação ao etanol, o consumo em maio foi de 2,13 bilhões de litros, sendo 0,8 bilhão de litros de anidro e 1,3 bilhão de litros de hidratado. Em 2016, já foram consumidos 10,5 bilhões de litros de etanol.

No mês de junho, figura entre os destaques para o setor de biocombustíveis a criação do Grupo de Trabalho que desenvolverá ações necessárias para a realização de testes e ensaios em veículos e motores para validar a elevação da mistura de biodiesel ao óleo diesel, em percentuais superiores aos atuais 7% (B7), de acordo com a Lei nº 13.263 deste ano.

O Boletim Mensal de Energias Renováveis é parte do esforço contínuo em tornar transparentes as informações sobre biocombustíveis, divulgando‐as de forma consolidada a agentes do setor, órgãos públicos, universidades, associações, imprensa e público em geral. MME

Compartilhe:

Artigos Relacionados
flora

Energia solar cresce no Brasil e fortalece debate sobre sustentabilidade e economia consciente

A energia solar vem se consolidando como uma alternativa sustentável e econômica diante do aumento das tarifas de energia, reduzindo custos e a emissão de gases poluentes. Especialistas da New Focus Solar Energy destacam que a tecnologia contribui para descentralizar a geração elétrica e diminuir a dependência das hidrelétricas. Com maior acesso aos sistemas fotovoltaicos, a expectativa é de crescimento contínuo do setor e fortalecimento de uma matriz energética mais sustentável.