Etanol e biometano ampliam presença em máquinas agrícolas

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Fabricantes avançam em testes e lançamentos no Brasil

Máquinas e tratores movidos a etanol e biometano começam a ganhar espaço entre fabricantes e produtores rurais no Brasil, sinalizando uma mudança gradual na matriz energética do agronegócio. As iniciativas envolvem desde testes em campo até a disponibilização comercial de equipamentos com novas tecnologias.

A Case IH, pertencente ao grupo CNH Industrial, desenvolve equipamentos movidos a etanol em diferentes frentes. A colhedora Austoft 9000 entrou em nova etapa de validação após acumular mais de 600 horas de operação e colher mais de 20 mil toneladas de cana em condições reais. O projeto inclui ainda o trator Puma 230, com mais de 800 horas de testes, e a pá-carregadeira 721E, voltada para operações com bagaço de cana.

Na área de biometano, a New Holland Agriculture apresenta o trator T6.180 Methane Power, primeiro modelo disponível comercialmente no país com esse tipo de combustível. Segundo a fabricante, a tecnologia permite reduzir em até 80% as emissões de poluentes e em até 84% as emissões de dióxido de carbono (CO₂), com economia de combustível entre 25% e 40%, mantendo desempenho semelhante ao diesel.

Indústria amplia testes com diferentes tecnologias

Outros fabricantes também desenvolvem projetos voltados à diversificação energética. O grupo AGCO, que reúne marcas como Valtra, Massey Ferguson e Fendt, investe em motores a etanol, além de soluções elétricas e híbridas.

A Valtra acumula mais de 10 mil horas de testes com motores movidos a etanol. A Massey Ferguson trabalha no desenvolvimento de um trator de alta potência com motor nacional, enquanto a Fendt concentra esforços em tecnologias de eletrificação e sistemas híbridos.

No Brasil, a Jacto também desenvolve motores a etanol para pulverizadores, atualmente em fase de validação em propriedades rurais.

Tecnologias ainda passam por validação em campo

Apesar do avanço dos projetos e da ampliação dos testes, parte das tecnologias ainda se encontra em fase de validação. Os equipamentos são avaliados em condições reais de operação para aferição de desempenho, consumo e durabilidade.

O conjunto de iniciativas indica uma tendência de diversificação das fontes energéticas no setor, com potencial de redução de custos operacionais e de emissões, mantendo a performance exigida nas atividades agrícolas.

Fabricantes avançam em testes e lançamentos no Brasil

Máquinas e tratores movidos a etanol e biometano começam a ganhar espaço entre fabricantes e produtores rurais no Brasil, sinalizando uma mudança gradual na matriz energética do agronegócio. As iniciativas envolvem desde testes em campo até a disponibilização comercial de equipamentos com novas tecnologias.

A Case IH, pertencente ao grupo CNH Industrial, desenvolve equipamentos movidos a etanol em diferentes frentes. A colhedora Austoft 9000 entrou em nova etapa de validação após acumular mais de 600 horas de operação e colher mais de 20 mil toneladas de cana em condições reais. O projeto inclui ainda o trator Puma 230, com mais de 800 horas de testes, e a pá-carregadeira 721E, voltada para operações com bagaço de cana.

Na área de biometano, a New Holland Agriculture apresenta o trator T6.180 Methane Power, primeiro modelo disponível comercialmente no país com esse tipo de combustível. Segundo a fabricante, a tecnologia permite reduzir em até 80% as emissões de poluentes e em até 84% as emissões de dióxido de carbono (CO₂), com economia de combustível entre 25% e 40%, mantendo desempenho semelhante ao diesel.

Indústria amplia testes com diferentes tecnologias

Outros fabricantes também desenvolvem projetos voltados à diversificação energética. O grupo AGCO, que reúne marcas como Valtra, Massey Ferguson e Fendt, investe em motores a etanol, além de soluções elétricas e híbridas.

A Valtra acumula mais de 10 mil horas de testes com motores movidos a etanol. A Massey Ferguson trabalha no desenvolvimento de um trator de alta potência com motor nacional, enquanto a Fendt concentra esforços em tecnologias de eletrificação e sistemas híbridos.

No Brasil, a Jacto também desenvolve motores a etanol para pulverizadores, atualmente em fase de validação em propriedades rurais.

Tecnologias ainda passam por validação em campo

Apesar do avanço dos projetos e da ampliação dos testes, parte das tecnologias ainda se encontra em fase de validação. Os equipamentos são avaliados em condições reais de operação para aferição de desempenho, consumo e durabilidade.

O conjunto de iniciativas indica uma tendência de diversificação das fontes energéticas no setor, com potencial de redução de custos operacionais e de emissões, mantendo a performance exigida nas atividades agrícolas.

 Canal-Jornal da Bioenergia

 

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