
Economia de Goiás cresce 3,8% em 2025 e supera média nacional, aponta IMB
A economia de Goiás registrou crescimento estimado de 3,8% em 2025, desempenho acima da média nacional, que ficou em 2,3%. Os dados constam no Relatório

A economia de Goiás registrou crescimento estimado de 3,8% em 2025, desempenho acima da média nacional, que ficou em 2,3%. Os dados constam no Relatório

O Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg) participa da Hannover Messe, realizada em Hannover, na Alemanha, até o dia

As usinas de etanol de milho no Brasil, especialmente no Centro-Oeste, diante do custo da biomassa tradicional tem empurrado parte das indústrias para uma alternativa

O levantamento mais recente da Serasa Experian aponta que a área de cana-de-açúcar disponível para colheita na região Centro-Sul do Brasil atingiu mais de 8,9

Na safra 2026/27 em Goiás, previsões iniciais mostram uma estimativa de processamento entre 80 milhões de toneladas de cana. Na avaliação inicial do Sifaeg/Sifaçúcar, sindicatos

Por André Rocha-Presidente executivo do Sifaeg/Sifaçúcar e presidente da Fieg A maturidade de uma nação se mede pela capacidade de debater soluções

A Secretaria-Geral de Governo (SGG) concluiu a ativação de 33 pontos de Wi-Fi público no estado, ampliando o acesso à internet em regiões com baixa

A expansão do mercado livre de energia no Brasil, impulsionada pela Lei nº 15.269/2025, deve ampliar a migração de consumidores e acende um alerta para as distribuidoras, que podem enfrentar sobrecontratação de energia devido a contratos firmados com base em projeções de demanda. Esse desequilíbrio pode gerar custos adicionais e pressionar tarifas no mercado regulado, especialmente para consumidores residenciais. Especialistas destacam que o desafio está na regulamentação da nova lei, que precisará definir como redistribuir encargos e garantir equilíbrio entre os ambientes livre e regulado, preservando a sustentabilidade do setor elétrico.

A Vale anunciou a criação do primeiro navio transoceânico movido a etanol, com operação prevista a partir de 2029, em parceria com a Shandong Shipping Corporation. A iniciativa pode reduzir em até 90% as emissões de carbono no transporte marítimo, em comparação ao uso de óleo combustível pesado. Os navios, do tipo Guaibamax, terão grande capacidade de carga e serão projetados para operar com múltiplos combustíveis, além de incorporar tecnologias que aumentam a eficiência energética. O projeto integra a estratégia da mineradora de descarbonizar sua cadeia logística e reforça o uso de alternativas sustentáveis no setor marítimo global.

Proposta depende de aval do CNPE e integra medidas para conter impactos externos; estudos técnicos devem ser concluídos em até 60 dias